Embora com feição típica de cidadezinha do interior, Taquaruçu é apenas distrito de Palmas, um bairro afastado 30 km da capital tocantinense, assentado nas encostas da serra do Lajeado; sendo assim seu clima é mais ameno que em Palmas. Além de suas óbvias atrações turísticas, as cachoeiras, exibe recantos pitorescos como o aprazível largo onde se localizam o Centro Cultural Circo Os Kaco e a Esfiharia Sahara, cujo dono, o Bruno, quando provocado,
senta-se a mesa do cliente, mostrando ser bom de papo. E, claro, a praça Maracaípe circundada por casinhas coloridas com ares coloniais onde se instalaram botecos e restaurantes, point da galera taquaruçuense. A convite de Samuel, guia da região, me mando sexta de manhã pra Taquaruçu. O tempo nublado já dá pista de que a temporada da chuva está se aproximando. Observo, contudo, que, por ainda se estar na época da seca, as cachoeiras não se mostram exuberantes, exibindo a maioria minguado volume d'água. Samuel mais eu vamos almoçar no simpático Mandala, restaurante despretencioso que serve bufet de gostosa comidinha caseira. À tarde, a pedida é visitar algumas cachoeiras. Todas estão em propriedades particulares, daí a cobrança de ingressos que variam de 30 a 15 reais. Começamos pelas cachoeiras Escorrega Macaco e Roncadeira, ambas na mesma propriedade, à beira da TO 030, por isso é a mais visitada pelas agências de
turismo. Na Roncadeira há possibilidade de rapelar os seus 70 m. A trilha, inicialmente, um tantinho íngreme, tem uma escadaria em declive, em meio à floresta de cerrado. Há bancos pra descanso ao longo do caminho. Não tem área de camping tampouco espaço pra almoçar, apenas um quiosque na entrada oferecendo algumas guloseimas e sanitários. A seguir, simbora pras cachoeiras do Evilson e Bugio, a leste de Taquaruçu. Continuando ainda pela TO 030 por algun kms, se quebra à esquerda, rodando uns 10 km por uma estradinha de chão batido até o Evilson. O lugar conta com restaurante, redário e chalés. A trilha ida e volta às 2 cachus é de 1400 m e o seu nível é mediano. Embora não haja placa, a do Bugio começa um pouco antes de se chegar ao poço do Evilson e sua trilha é um tantinho
mais perrenguenta. No final da tarde, encerramos a visitação nas cachoeira das Araras e da Bela Vista. Para tanto, retorno pela estradinha rumo à TO 030 e num encruzo, dobramos à direita rumo às cachoeiras das Araras e Bela Vista. A trilha até Araras é quase plana exceto o trecho final com degraus que conduz ao poço. Concordo com Samuel, é a mais linda em disparada de todas as que visitamos. Há um restaurante na propriedade. A Bela Vista é a que tem a trilha mais curta e de seus 2 mirantes se avista Palmas e o lago Tocantins. O por do sol ali é espetacular! Uma passarela de madeira conduz ao largo poço rodeado por espessa vegetação. Tem churrasqueiras e área de camping. No sábado, a pedida é dar um rolê nas cachoeiras Sambaíba e Vai quem Quer, mas antes paramos pra degustar na
avenida Belo Horizonte, caldo de cana no Pau da Mentira, banquinha do seu Erotildes que, além do suco de limão misturado à garapa, acrescenta gengibre ralado, raiz esta cultivada em sua chácara. Uma delícia de caldo!! A primeira queda d'água pra onde vamos é a Sambaíba. Para tanto, pegamos a TO 030, como se estivéssemos retornando a Palmas, e alguns poucos kms rodados, dobramos à esquerda. Após 12 km, chegamos na Sambaíba. O lugar é top, ao contrário dos demais balneários cuja estrutura simples é despida de qualquer traço de sofisticação. Conta com bar e sanitários no lounge superior. À medida que se desce pela escadaria de madeira há um pequeno deck de madeira com poltronas e mesinhas donde já se vislumbra a cachoeira. Lustres de vime pendem das árvores.
Continuando a descer a escadaria, se chega diante da cachoeira onde num grande deck de madeira estão espalhadas sofás, poltronas, mesas e banquinhos, além doutro bar. Tudo visa ao conforto de quem o frequenta. Vale ressaltar o atendimento solícito de Cowboy, o gerente do local. Pra encerrar a tarde, seguimos por mais 4 km até o vale do Vai Quem Quer, banhado pelo rio São João - afluente do rio Tocantins - que forma pequenas quedas d'água e poços, terminando a curta trilha de 300 metros na cachoeira Veu de Noiva. Ao largo do rio, quiosques com bancos e mesas espalham-se sob a sombra das árvores, sendo permitido aos frequentadores levar bebidas e comida, apenas pagando o ingresso, embora haja restaurante com comida self service. Obviamente, há sanitários. No sábado à noite, vamos dar um rolê pelo centrinho de Taquaruçu. Sentamos à mesa do Biroska debaixo duma frondosa mangueira. A noite está fraca, pouco movimento nos bares. Pra não dizer que a noitada passou em branco, eis que aparecem desfilando, bem garbosos, 3 cavaleiros montados em seus cavalos. Foi o máximo de agitação que rolou no sabadaço!
senta-se a mesa do cliente, mostrando ser bom de papo. E, claro, a praça Maracaípe circundada por casinhas coloridas com ares coloniais onde se instalaram botecos e restaurantes, point da galera taquaruçuense. A convite de Samuel, guia da região, me mando sexta de manhã pra Taquaruçu. O tempo nublado já dá pista de que a temporada da chuva está se aproximando. Observo, contudo, que, por ainda se estar na época da seca, as cachoeiras não se mostram exuberantes, exibindo a maioria minguado volume d'água. Samuel mais eu vamos almoçar no simpático Mandala, restaurante despretencioso que serve bufet de gostosa comidinha caseira. À tarde, a pedida é visitar algumas cachoeiras. Todas estão em propriedades particulares, daí a cobrança de ingressos que variam de 30 a 15 reais. Começamos pelas cachoeiras Escorrega Macaco e Roncadeira, ambas na mesma propriedade, à beira da TO 030, por isso é a mais visitada pelas agências de
turismo. Na Roncadeira há possibilidade de rapelar os seus 70 m. A trilha, inicialmente, um tantinho íngreme, tem uma escadaria em declive, em meio à floresta de cerrado. Há bancos pra descanso ao longo do caminho. Não tem área de camping tampouco espaço pra almoçar, apenas um quiosque na entrada oferecendo algumas guloseimas e sanitários. A seguir, simbora pras cachoeiras do Evilson e Bugio, a leste de Taquaruçu. Continuando ainda pela TO 030 por algun kms, se quebra à esquerda, rodando uns 10 km por uma estradinha de chão batido até o Evilson. O lugar conta com restaurante, redário e chalés. A trilha ida e volta às 2 cachus é de 1400 m e o seu nível é mediano. Embora não haja placa, a do Bugio começa um pouco antes de se chegar ao poço do Evilson e sua trilha é um tantinho
mais perrenguenta. No final da tarde, encerramos a visitação nas cachoeira das Araras e da Bela Vista. Para tanto, retorno pela estradinha rumo à TO 030 e num encruzo, dobramos à direita rumo às cachoeiras das Araras e Bela Vista. A trilha até Araras é quase plana exceto o trecho final com degraus que conduz ao poço. Concordo com Samuel, é a mais linda em disparada de todas as que visitamos. Há um restaurante na propriedade. A Bela Vista é a que tem a trilha mais curta e de seus 2 mirantes se avista Palmas e o lago Tocantins. O por do sol ali é espetacular! Uma passarela de madeira conduz ao largo poço rodeado por espessa vegetação. Tem churrasqueiras e área de camping. No sábado, a pedida é dar um rolê nas cachoeiras Sambaíba e Vai quem Quer, mas antes paramos pra degustar na
avenida Belo Horizonte, caldo de cana no Pau da Mentira, banquinha do seu Erotildes que, além do suco de limão misturado à garapa, acrescenta gengibre ralado, raiz esta cultivada em sua chácara. Uma delícia de caldo!! A primeira queda d'água pra onde vamos é a Sambaíba. Para tanto, pegamos a TO 030, como se estivéssemos retornando a Palmas, e alguns poucos kms rodados, dobramos à esquerda. Após 12 km, chegamos na Sambaíba. O lugar é top, ao contrário dos demais balneários cuja estrutura simples é despida de qualquer traço de sofisticação. Conta com bar e sanitários no lounge superior. À medida que se desce pela escadaria de madeira há um pequeno deck de madeira com poltronas e mesinhas donde já se vislumbra a cachoeira. Lustres de vime pendem das árvores.
Continuando a descer a escadaria, se chega diante da cachoeira onde num grande deck de madeira estão espalhadas sofás, poltronas, mesas e banquinhos, além doutro bar. Tudo visa ao conforto de quem o frequenta. Vale ressaltar o atendimento solícito de Cowboy, o gerente do local. Pra encerrar a tarde, seguimos por mais 4 km até o vale do Vai Quem Quer, banhado pelo rio São João - afluente do rio Tocantins - que forma pequenas quedas d'água e poços, terminando a curta trilha de 300 metros na cachoeira Veu de Noiva. Ao largo do rio, quiosques com bancos e mesas espalham-se sob a sombra das árvores, sendo permitido aos frequentadores levar bebidas e comida, apenas pagando o ingresso, embora haja restaurante com comida self service. Obviamente, há sanitários. No sábado à noite, vamos dar um rolê pelo centrinho de Taquaruçu. Sentamos à mesa do Biroska debaixo duma frondosa mangueira. A noite está fraca, pouco movimento nos bares. Pra não dizer que a noitada passou em branco, eis que aparecem desfilando, bem garbosos, 3 cavaleiros montados em seus cavalos. Foi o máximo de agitação que rolou no sabadaço!